segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Puxando a cortina

Quem nunca ficou com medo de puxar a cortina do boxe do banheiro e se deparar com um assassino com um faca? Ou de ser atacado por milhares de pássaros? Bem, quem já assistiu a qualquer filme de Hitchcock pode falar que o coração já começa a acelerar só de lembrar algumas cenas.

Mestre do suspense, sua carreira cinematográfica começou aos 24 anos na Inglaterra, onde chamou a atenção de produtores em Hollywood em 1939. Seu primeiro filme em solo americano, Rebecca (1940), ganhou o Oscar de melhor filme daquele ano. Hitchcock dirigiu cerca de 39 filmes e ganhou vários prêmios, como BAFTA e Globo de Ouro. Faleceu em 1980 aos 80 anos.


Os filmes de Hitchcock possuem várias características como, por exemplo, um inocente que é acusado erroneamente e que, para conseguir provar sua inocência, acaba assumindo a missão de encontrar o verdadeiro culpado. Em To Catch a Thief (Ladrão de Casaca), o personagem principal passa o filme inteiro sendo acusado de vários roubos e apenas no final, quando o vilão é finalmente capturado (graças aos esforços do personagem), ele se vê livre das acusações.

Além disso, o diretor fazia algumas aparições especiais em seus filmes, geralmente em papéis de figuração. Sempre no começo do filme para não distrair o público do enredo principal. Então você não é o único, Stan Lee!

Mas o que fez Hitchcock se tornar uma inspiração foi o uso do suspense. Tudo era planejado para que o público ficasse tenso, sem conseguir tirar os olhos da tela. O uso da musica forte, efeitos de luz, movimentos de câmera, tudo isso é voltado para aumentar a tensão. Durante a exibição de Psycho, por exemplo, tamanho era o suspense que as pessoas chegavam a gritar nas cenas mais aterrorizantes.


Texto: Carol Mildemberger

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Cineacademia!

Mais uma edição da revista online Cineacademia produzida pelos acadêmicos do sexto período foi postada nessa semana! Confira a matéria que a Agência Maxime produziu sobre o Festival Luz de Cinema que vai acontecer na PUCPR de 20 a 24 de outubro. E ah, não se esqueça de conferir as matérias das demais agências!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Opinião: Qual o problema do cinema brasileiro?

Ou você ama, ou você odeia. Assim funciona a história entre o público e o cinema brasileiro. Conhecido pelo baixo custo de produção, a saída para se fazer cinema no Brasil tem sido, há muito tempo, apostar no roteiro. Mas será que o principal motivo dessa situação é o fato de estarmos de certa forma "atrasados" na história da sétima arte? 

Provavelmente, sim. Enquanto as produções cinematográficas deslanchavam na Europa e nos Estados Unidos na década de 30, o Brasil começava a dar seus primeiros passos em direção à grande tela. Ainda assim, foram necessários mais 30 anos de muita luta para as coisas começarem a acontecer no país. E foi justamente ali, nos anos 60, que o brasileiro pegou gosto por essa coisa de usar o cinema para contar a própria história. 

Com o lema de "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça", o Cinema Novo deu origem às produções que faziam críticas sociais e retratavam a pobreza do país. De início, a ideia deu certo, quando 10 anos mais tarde, uma crise no cinema nacional faz com que os cineastas passem a se preocupar com quantidade antes de qualquer coisa. É aí que começam as surgir filmes de "fácil digestão", como por exemplo, comédias e pornografias. 

Se pensarmos nessa pequena trajetória, fica nítido que o cinema brasileiro é hoje uma mistura de todas essas fases. Temos, então, filmes como Cidade de Deus, Tropa de Elite e Carandiru, que são de certa forma o retrato do cinema nacional para o mundo. Paralelamente, podemos citar produções como Se Eu Fosse Você, Minha Mãe É Uma Peça, De Pernas Pro Ar, entre outros, que são filmes leves, com uma cara um tanto novelística, que continuam sendo produzidos em grande escala. 

Mas o cinema brasileiro não é só favela e comédias românticas. É válido lembrar que em meio a isso tudo temos, sim, grandes produções, acompanhadas de roteiros geniais e que dão origem a filmes de deixar qualquer um que deteste cinema brasileiro de boca aberta. Uma dica é o filme Dois Coelhos, de Afonso Poyart. Além disso, não custa nada tirar um tempinho para dar mais atenção ao que anda sendo produzido por aqui. Afinal, pode até ser que os nossos recursos para realizar grandes produções não sejam lá aquelas coisas, mas, em compensação, sabemos contar histórias como ninguém.

Texto: Mayara Nascimento

*O texto acima foi produzido exclusivamente para o blog por um membro da Agência Maxime e expressa a sua opinião pessoal.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Para Assistir: A Fantástica Fábrica de Chocolate


Apesar de o clima de Páscoa ter terminado, nunca é tarde para apreciar um bom chocolate, melhor ainda se for acompanhado de um bom filme, neste caso vamos unir os dois e entrar em um universo fantástico, onde tudo acontece. “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” é o nome do filme de 2005, que conta com direção de Tim Burton na segunda adaptação para o cinema do livro de Ronal Rohl. A primeira é o clássico “Willie Wonka e a Fantástica Fábrica de Chocolate”, lançado em 1971. 

Willie Wonka, interpretado por Johnny Deep, é o dono da maior fábrica de doces, decide deixar cinco crianças entrarem em seu império açucarado, onde ninguém nunca esteve. Uma dessas cinco crianças é Charlie Bucket, interpretado por Freddie Highmore, que se encanta durante toda a visita guiada por Wonka. 

O filme utiliza muitas cores e efeitos, fazendo com que a fotografia nos de muita água na boca ainda mais vontade de doces. Além disso, é sempre bom lembrar a divertida participação dos “Oompas Lompas”. No Oscar, foi indicado na categoria de “Melhor Figurino”, enquanto Johnny Deep foi indicado ao Globo de Ouro de “Melhor Ator – Comédia ou Musical”. Com um roteiro e temática considerados mais leves, o filme não deixa de lado questões e debates importantes, como pobreza, ganância e a instituição família tornando um bom filme para qualquer idade, pegue seu chocolate e se prepare para entrar nas fábricas Wonka, não esqueça de exagerar, afinal é o que nós da Agência Maxime sempre desejamos, Maximize-se! 

A Fantástica Fábrica de Chocolate

Direção: Tim Burton

Duração: 115 minutos


Texto: Vinicius Cordeiro e Getulio Xavier

*O texto acima foi produzido exclusivamente para o blog por um membro da Agência Maxime e expressa a sua opinião pessoal.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Que comece o segundo semestre!

Sabemos que o segundo semestre de 2014 já começou há um tempinho, mas foi somente algumas semanas atrás que o semestre letivo realmente começou. Fora a primeira semana em que todos parecem estar tentando assimilar a volta da rotina, uns bons 10 dias já se passaram – tempo suficiente para que a equipe da Agência Maxime planejasse o que vai acontecer pelos próximos meses.

Um novo curta, novas edições da Cineacademia, novas postagens no blog, novos isso, novos aquilo e tudo para deixar vocês ligados no que vai acontecer por aqui!

E para começar, a primeira edição da Cineacademia deste segundo semestre já está no ar! Clique aqui para acessar nossa matéria sobre a visão dos intercambistas que chegaram à PUC sobre o cinema brasileiro e aqui para acessar o blog e as matérias da outras agências!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Nó, o primeiro curta da Agência Maxime


Inspirado no Expressionismo Alemão e em homenagem ao Dia dos Namorados, a Agência Maxime produziu um curta um tanto quanto perturbador, que une a realidade com a fantasia, bem com a carinha da nossa agência!

Cineacademia #4!

Saiu mais uma edição da Cineacademia! Desta vez, nossa agência produziu uma matéria sobre os altos preços das conveniências vendidas em cinemas. Mais um texto da Thiana Perusso! Para ler, clique aqui. Aproveite também para conferir as matérias das outras agências!